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Hotel Pazo Los Escudos em Avenida Atlántida,106, Vigo , 36208, Espanha Hotel Pazo Los Escudos
Avenida Atlántida,106, Vigo
Comentários: 9.22. A partir de EUR 128.40


Husa Hotel Bahia De Vigo em Cánovas del Castillo, 24, Vigo, 36202, Espanha Husa Hotel Bahia De Vigo
Cánovas del Castillo, 24, Vigo
Comentários: 6.85. A partir de EUR 54.57


Hotel Coia De Vigo em Sanxenxo, 1, Vigo, 36209, Espanha Hotel Coia De Vigo
Sanxenxo, 1, Vigo
Comentários: 7.97. A partir de EUR 60.00


Hesperia Vigo em Avenida La Florida, 60, Vigo, 36210, Espanha Hesperia Vigo
Avenida La Florida, 60, Vigo
Comentários: 7.87. A partir de EUR 53.50


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Hotéis Vigo - Sobre Vigo


42° 14' 10" N 8° 43' 36" O42° 14' 10" N 8° 43' 36" O

Vigo é um município da Espanha na província de Pontevedra, comunidade autónoma da Galiza, de área 109,1 km² com população de 294772 habitantes (2007) e densidade populacional de 2663,07 hab/km². Seus habitantes são chamados vigueses ou olívicos.

Fica situada situada à beira da ria que leva o seu nome. Dista 71 quilómetros de Santiago de Compostela (capital da Galiza) e pouco mais de vinte quilómetros de Valença do Minho, a localidade portuguesa mais próxima.

Com cerca de 293.255 habitantes (censo de 2006), é a maior cidade da Galiza. Porto marítimo, com importante actividade pesqueira, sendo o principal porto pesqueiro da Europa. Centro comercial e económico do sul da Galiza e cabeceira da principal área industrial da comunidade autónoma.





Vigo e sua comarca estiveram povoadas desde tempos remotos. Entretanto, até o momento não se localizou nenhuma comprovação da era paleolítica e os poucos achados são da Idade da Pedra e estas peças encontram-se no Museu Municipal de Castrelos.



Em Vigo o processo romanizador foi intenso. Evidências arqueológicas indicam uma importante atividade portuária e comercial no litoral viguês desde o século II a.C., desenvolvendo-se um progressivo processo de romanização, consolidado durante o século I d.C., uma vez establecida a paz romana.

O processo de romanização durou cerca de seiscentos anos dos quais ficaram relevantes vestígios, investigados em numerosas excavações arqueológicas: vilas (villae) distruibuídas pelo litoral (Alcabre, Toralla…), restos de instalações portuárias, ruas, instalações produtivas, necrópoli, além da intensa romanização dos povoados castrenhos do município.

Recentes esvações arqueológicas em Areal e no Casco Velho põem a possibilidade da existência, pelo menos entre os séculos III e VI d.C., de um importante assentamento humano.



Contamos com muito pouca informação, especialmente da Alta Idade Média. Foi o tempo de freqüentes incurssões da pirataria procedentes do norte da Europa que fizeram que a população se mudasse para o interior em busca de mais segurança.

Durante a Idade Média, a Igreja dominou a sociedade galega. Vigo dependeu durante muitos anos do monastério cisterciense de Melón.

A partir do século XII, Vigo começa a recuperar sua população, mas segue submetida a um estrito controle do poder eclesiástico e dos senhores feudais. A paróquia de Santiago de Vigo era a mais importante da vila.



Apesar do período dos corsários, a vila foi crescendo. Vigo tinha uma importante atividade artesanal e comercial, mas o principal era o marítimo. Alguns documentos comprovam já nesta época a importância que tinha a pesca de sardinha. Em 1573 foi assinado o primeiro ato que regulava essa pescaria.

Em 1587 as epidemias da peste e a pirataria dizimaram a população. Em 1702 acontece a batalha de Rande. A frota anglo-holandesa perssegue a frota espanhola e os barcos de guerra francesas que a escoltavam. Esta importante frota, carregada de riquezas procedentes da América, foi destruída depois de uma cruel batalha em mar e terra. Ainda hoje existem restos deste episódio bélico nos fundos da Rande.

Em 1778 Carlos III rompe com o monopólio dos portos autorizados a comercializar com a América e Vigo começa a beneficiar-se do tráfico de alto bordo. Por esta época a vila estava completamente cercada com uma muralha, construída pelo motivo da Guerra de Restauração Portuguesa diante do temor de uma invasão.

A chegada à cidade na segunda metade do século XVIII de comerciantes e industriais catalães levam a uma pequena revolução económica.



Como outros muitos lugares de Espanha, Vigo foi ocupado pelo exército francês em 1809. A resistência popular a esta invasão provoca um levantamento dirigido pelos militares Pablo Morillo e Bernardo González "Cachamuínha" que com a ajuda inestimável do Conde de Gondomar, sem cuja ajuda não teríam podido fazer frente ao exército invasor, terminam com um assalto às muralhas e com a expulsão do exército napoleônico. Este episódio motivou a concessão a Vigo do título de cidade Fiel, Leal e Valorosa.

Em 1833 é construído o caminho real que leva a Madrid, conhecido como estrada de Castilla ou de Villacastín. Um ano depois é terminada as obras de construção da Colegiata por Melchor de Prado, já que o antigo templo havía sido destruído em um dos numerosos saqueos sofridos pela vila. A cidade cresce e seus governantes concordam em demolir as muralhas para facilitar sua expansão.

A segunda metade do século XIX foi um período de contínuo crescimento da cidade, propiciado, entre outras coisas, pelo incremento das relações com a América. Neste tempo continuam abrindo-se fábricas o que provoca o crescimento da população assalariada e também de uma burguesia financeira. Vigo se expande extramuros com a abertura de novas ruas e a construção de nobres edifícios.



Com a entrada no século XX, a burguesia liberal viguesa toma em suas mãos os mecanismos de poder económico e político. Se instalam novas indústrias ao tempo que melhoram as comunicações. Em pouco mais de dez anos a população é duplicada (em 1910 havía 30.000 habitantes).

No primeiro terço deste século, o porto de Vigo está unido à imagem de vários galegos que embarcaram rumo à emigração americana. Outro símbolo é o eléctrico, que começou a funcionar em 1914. Todo este dinamismo ficou neutralizado com o início da Guerra Civil Espanhola.

Nas décadas de 1960 e 1970 Vigo sofreu um crescimento urbano acelerado, e por vezes desordenado, motivado pelo desenvolvimento industrial.





A cidade de Vigo se estende em direção noroeste-sudoeste pela margem sul da ria de Vigo, no sopé do Monte do Castro, que acabou rodeando completamente devido ao crescimento urbano.



O clima da cidade de Vigo é oceânico com influências mediterrâneas. Caracteriza-se por invernos suaves e chuvosos, e verões quentes mas não ao extremo, pois as temperaturas não chegam a superar os 32°C.





A prefeita de Vigo desde dezembro de 2003 até junho de 2007 foi Corina Porro, do Partido Popular, que governou em minoria pela falta de acordo com a oposição.

Conforme a divisão comarcal prevista pela Junta da Galizia, a Comarca de Vigo está integrada pelos siguientes municípios: Vigo, Redondela, O Porriño, Nigrán, Bayona, Gondomar, Mos, Fornelos de Montes, Pazos de Borbén, Salceda de Caselas e Sotomayor.

A divisão interna do município de Vigo é complexa, como o restante de prefeituras galegas. Se divide em paróquias (que não podem ser confundidas com as eclesiásticas) e estas por sua vez em bairros e os bairros são dividos em lugares. Por exemplo o Caminho da Feira está no lugar de As Relfas, bairro de Moledo e paróquia de Sárdoma.

A cidade é dividida em 24 paróquias: Alcabre, Beade, Bembrive, Bouzas, Cabral, Candeán, Castrelos, Cíes, Coia, Comesaña, Coruxo, Freixeiro, Lavadores, Matamá, Navia, Oia, Saiáns, San Paio, San Xoán do Monte, Sárdoma, Teis, Valadares, Vigo Centro e Zamáns.



A comarca de Vigo caracteriza-se pela economia diversificada vinculada à indústria e aos serviços. Entre os motores da economia de Vigo está a indústria automobilística, liderada pelo Grupo PSA (Peugeot/ Citroën). São importantes a construção naval e o setor pesqueiro em todas suas vertentes, desde a indústria extractiva, armadores, até comercial. Vigo é o primeiro porto comercializador de pescado para consumo humano do mundo (650.000 toneladas no ano de 2004). O porto de Vigo conta com mais de 9 km de milhas de atraque.

Uma infraestrutura relevante na economia de Vigo é o aeroporto de Vigo (ou aeroporto de Vigo-Peinador) situado fora da cidade, que em 2005 superou a cifra de 1.100.000 viajantes.

Outras atividades económicas importantes em Vigo são a indústria química e farmacêutica, a indústria textil, a indústria editorial, alimentícia, a fabricação de produtos para a construção, a fabricação de maquinaria industrial, a engennharia naval e em menor escala a indústria aeronaútica.





Espanha | Galiza | Pontevedra

42° 14' 10" N 8° 43' 36" O42° 14' 10" N 8° 43' 36" O

Vigo é um município da Espanha na província de Pontevedra, comunidade autónoma da Galiza, de área 109,1 km² com população de 294772 habitantes (2007) e densidade populacional de 2663,07 hab/km². Seus habitantes são chamados vigueses ou olívicos.

Fica situada situada à beira da ria que leva o seu nome. Dista 71 quilómetros de Santiago de Compostela (capital da Galiza) e pouco mais de vinte quilómetros de Valença do Minho, a localidade portuguesa mais próxima.

Com cerca de 293.255 habitantes (censo de 2006), é a maior cidade da Galiza. Porto marítimo, com importante actividade pesqueira, sendo o principal porto pesqueiro da Europa. Centro comercial e económico do sul da Galiza e cabeceira da principal área industrial da comunidade autónoma.





vigo e sua comarca estiveram povoadas desde tempos remotos. Entretanto, até o momento não se localizou nenhuma comprovação da era paleolítica e os poucos achados são da Idade da Pedra e estas peças encontram-se no Museu Municipal de Castrelos.



Em vigo o processo romanizador foi intenso. Evidências arqueológicas indicam uma importante atividade portuária e comercial no litoral viguês desde o século II a.C., desenvolvendo-se um progressivo processo de romanização, consolidado durante o século I d.C., uma vez establecida a paz romana.

O processo de romanização durou cerca de seiscentos anos dos quais ficaram relevantes vestígios, investigados em numerosas excavações arqueológicas: vilas (villae) distruibuídas pelo litoral (Alcabre, Toralla…), restos de instalações portuárias, ruas, instalações produtivas, necrópoli, além da intensa romanização dos povoados castrenhos do município.

Recentes esvações arqueológicas em Areal e no Casco Velho põem a possibilidade da existência, pelo menos entre os séculos III e VI d.C., de um importante assentamento humano.



Contamos com muito pouca informação, especialmente da Alta Idade Média. Foi o tempo de freqüentes incurssões da pirataria procedentes do norte da Europa que fizeram que a população se mudasse para o interior em busca de mais segurança.

Durante a Idade Média, a Igreja dominou a sociedade galega. Vigo dependeu durante muitos anos do monastério cisterciense de Melón.

A partir do século XII, vigo começa a recuperar sua população, mas segue submetida a um estrito controle do poder eclesiástico e dos senhores feudais. A paróquia de Santiago de Vigo era a mais importante da vila.



Apesar do período dos corsários, a vila foi crescendo. Vigo tinha uma importante atividade artesanal e comercial, mas o principal era o marítimo. Alguns documentos comprovam já nesta época a importância que tinha a pesca de sardinha. Em 1573 foi assinado o primeiro ato que regulava essa pescaria.

Em 1587 as epidemias da peste e a pirataria dizimaram a população. Em 1702 acontece a batalha de Rande. A frota anglo-holandesa perssegue a frota espanhola e os barcos de guerra francesas que a escoltavam. Esta importante frota, carregada de riquezas procedentes da América, foi destruída depois de uma cruel batalha em mar e terra. Ainda hoje existem restos deste episódio bélico nos fundos da Rande.

Em 1778 Carlos III rompe com o monopólio dos portos autorizados a comercializar com a América e vigo começa a beneficiar-se do tráfico de alto bordo. Por esta época a vila estava completamente cercada com uma muralha, construída pelo motivo da Guerra de Restauração Portuguesa diante do temor de uma invasão.

A chegada à cidade na segunda metade do século XVIII de comerciantes e industriais catalães levam a uma pequena revolução económica.



Como outros muitos lugares de Espanha, vigo foi ocupado pelo exército francês em 1809. A resistência popular a esta invasão provoca um levantamento dirigido pelos militares Pablo Morillo e Bernardo González "Cachamuínha" que com a ajuda inestimável do Conde de Gondomar, sem cuja ajuda não teríam podido fazer frente ao exército invasor, terminam com um assalto às muralhas e com a expulsão do exército napoleônico. Este episódio motivou a concessão a Vigo do título de cidade Fiel, Leal e Valorosa.

Em 1833 é construído o caminho real que leva a Madrid, conhecido como estrada de Castilla ou de Villacastín. Um ano depois é terminada as obras de construção da Colegiata por Melchor de Prado, já que o antigo templo havía sido destruído em um dos numerosos saqueos sofridos pela vila. A cidade cresce e seus governantes concordam em demolir as muralhas para facilitar sua expansão.

A segunda metade do século XIX foi um período de contínuo crescimento da cidade, propiciado, entre outras coisas, pelo incremento das relações com a América. Neste tempo continuam abrindo-se fábricas o que provoca o crescimento da população assalariada e também de uma burguesia financeira. Vigo se expande extramuros com a abertura de novas ruas e a construção de nobres edifícios.



Com a entrada no século XX, a burguesia liberal viguesa toma em suas mãos os mecanismos de poder económico e político. Se instalam novas indústrias ao tempo que melhoram as comunicações. Em pouco mais de dez anos a população é duplicada (em 1910 havía 30.000 habitantes).

No primeiro terço deste século, o porto de vigo está unido à imagem de vários galegos que embarcaram rumo à emigração americana. Outro símbolo é o eléctrico, que começou a funcionar em 1914. Todo este dinamismo ficou neutralizado com o início da Guerra Civil Espanhola.

Nas décadas de 1960 e 1970 Vigo sofreu um crescimento urbano acelerado, e por vezes desordenado, motivado pelo desenvolvimento industrial.





A cidade de vigo se estende em direção noroeste-sudoeste pela margem sul da ria de vigo, no sopé do Monte do Castro, que acabou rodeando completamente devido ao crescimento urbano.



O clima da cidade de Vigo é oceânico com influências mediterrâneas. Caracteriza-se por invernos suaves e chuvosos, e verões quentes mas não ao extremo, pois as temperaturas não chegam a superar os 32°C.





A prefeita de vigo desde dezembro de 2003 até junho de 2007 foi Corina Porro, do Partido Popular, que governou em minoria pela falta de acordo com a oposição.

Conforme a divisão comarcal prevista pela Junta da Galizia, a Comarca de vigo está integrada pelos siguientes municípios: Vigo, Redondela, O Porriño, Nigrán, Bayona, Gondomar, Mos, Fornelos de Montes, Pazos de Borbén, Salceda de Caselas e Sotomayor.

A divisão interna do município de vigo é complexa, como o restante de prefeituras galegas. Se divide em paróquias (que não podem ser confundidas com as eclesiásticas) e estas por sua vez em bairros e os bairros são dividos em lugares. Por exemplo o Caminho da Feira está no lugar de As Relfas, bairro de Moledo e paróquia de Sárdoma.

A cidade é dividida em 24 paróquias: Alcabre, Beade, Bembrive, Bouzas, Cabral, Candeán, Castrelos, Cíes, Coia, Comesaña, Coruxo, Freixeiro, Lavadores, Matamá, Navia, Oia, Saiáns, San Paio, San Xoán do Monte, Sárdoma, Teis, Valadares, Vigo Centro e Zamáns.



A comarca de Vigo caracteriza-se pela economia diversificada vinculada à indústria e aos serviços. Entre os motores da economia de vigo está a indústria automobilística, liderada pelo Grupo PSA (Peugeot/ Citroën). São importantes a construção naval e o setor pesqueiro em todas suas vertentes, desde a indústria extractiva, armadores, até comercial. vigo é o primeiro porto comercializador de pescado para consumo humano do mundo (650.000 toneladas no ano de 2004). O porto de Vigo conta com mais de 9 km de milhas de atraque.

Uma infraestrutura relevante na economia de Vigo é o aeroporto de vigo (ou aeroporto de Vigo-Peinador) situado fora da cidade, que em 2005 superou a cifra de 1.100.000 viajantes.

Outras atividades económicas importantes em vigo são a indústria química e farmacêutica, a indústria textil, a indústria editorial, alimentícia, a fabricação de produtos para a construção, a fabricação de maquinaria industrial, a engennharia naval e em menor escala a indústria aeronaútica.





Espanha | Galiza | Pontevedra

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Fonte: CIA Factbook, Wikipedia


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